quinta-feira, 22 de outubro de 2009

REPRESSÃO DEMOCRÁTICA


Embora não concorde com todas as ideias defendidas pelos envolvidos neste processo, não posso deixar de manifestar a minha solidariedade para com Juan Antonio Llopart e Ramon Bau, injustamente acusados, e condenados, num processo meramente político e juridicamente absurdo.
Mais uma demonstração de até onde a democracia pode ir para se defender, e isto é só o começo...

terça-feira, 20 de outubro de 2009

O FIM DA RECESSÃO ESTÁ AÍ!


Fiquei hoje a saber, pelo Telejornal, que a Ferrari em Portugal aumentou as vendas em 13%, a ser verdade (e todos nós sabemos que os jornalistas dizem sempre a verdade), isto é um indicador inequívoco da recuperação da nossa economia, pois quando já não há desemprego nem miséria que obrigue as pessoas com mais posses a serem solidárias com a Comunidade Nacional, eles desatam a comprar Ferraris, ainda bem!

P.S.- ao contrário do que alguns ignorantes possam pensar, este postal não tem nada a haver com o postal anterior, como é óbvio este tasco não se presta a esse tipo de maledicências...

ELES COMEM TUDO...


O Sr. Van Zeller, patrão dos patrões, depois de já ter dito que Portugal precisava de importar milhares e milhares de imigrantes, para ocuparem postos de trabalho (com meio milhão de desempregados...), de querer que a legislação laboral fosse alterada para permitir despedimentos sem outra razão que não fosse "as empresas precisarem de renovar os quadros", desta vez saiu-se com mais esta: para o ano ano não deveriam haver aumentos salariais pois estamos em deflação e as pessoas já ganharam poder de compra, além disso, as empresas são mais competitivas com mão-de-obra barata.
E esta hein?!!
Mas a culpa não é dele, a culpa é deste povo carneiro que admite tudo e mais alguma coisa desde que ainda possa assistir ao futebol na Sportv.
Naturalmente que os mais conceituados direitistas da nossa praça, por compreensível vergonha, estão calados que nem ratos e assim vão continuar.
Resta saber se os Nacionalistas saberão tirar partido desta situação, em vez de, como de costume, estarem a olhar para ontem.
Só o Nacionalismo-Revolucionário, anti-marxista e anti-capitalista é a solução!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

NÃ FUI EU QUE O DISSE...


"Queira ou não, a direita, não conseguirá nunca, assimilar os sacrifícios em proveito do operário e do camponês, aos quais apenas vê como mais um elemento das suas teorias."

Ramon Bau, Evola versus Fascio, in CEDADE, separata especial do nº100, pág. 38

sábado, 3 de outubro de 2009

A LUTA CONTINUA!


Passados que foram dois anos sobre a traição, eu continuo inalteravelmente Nacionalista, Revolucionário e Socialista!

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

ATÉ EU ANDO NA CONFUSÃO!


Vejam lá que nestas últimas semanas até este vosso humilde escriba, recordando (com nostalgia!) muitas noites de activismo de rua, se atirou para a linha da frente!

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

POR PORTUGAL, E MAIS NADA!






De Norte a Sul de Portugal "eles" andam nas ruas, no dia 27 o único voto útil é no PNR!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

A OUVIR NESTE MOMENTO


NO MERCY IN MY HEART

No mercy in my heart
I was born for war, not for love
Rage and voices of my dying enemies
Fill my soul and my heart
War craft is my life
Stern school of life taught me how to fight
Instinct told me what to do
Always watchful, always ready
Conscious of bonds of blood

I am waiting for another battle...when Wotan summons me
Rage is my guide, hatred my consolation
When I have to choose, I always choose a sword
When death and life becomes the One
Creed of sword must be cruel and unforgiving
In dance with death I delight in cries of the defeated
Staining in blood of the enemy I become herald of cruelty
In bluster of clashing steel I hear my breath
In the eyes full of fear I see reflection of my face

Sword is my thought, my voice and my will
No mercy in my heart
Fires of hatred burned it
Bloody streams mark my way
Blood shed in a battle mixes with the soil
Before wild beast come
And mangle dead corpses

I will bury my brothers who died
No room for peace in my heart
I will bear my burden
Where Gods wage the battles
i will look for soothe in cruelty of war
And in taste of blood
Before rain cleans my wounds
From harden blood and ashes
I will raise my sword
And go where my brothers
Are fighting to their last breath

Hymns of war will fill the empty space
Sound of drums will break the sky
Clashed in deadly hag
We will cry our names to the Eternity
The dead will find their place in Valhalla
And on lands where they waged their battles
Following the voice of blood
The way of our ancestors
Memory of them will live forever

BOLETIM EVOLIANO Nº7


Como eles próprios dizem: um exemplo de labor e constância, especialmente se tivermos em conta que em Portugal as publicações anti-sistema não costumam passar dos três números.
Desta vez o meu destaque vai para o magnífico artigo "O Estoicismo e a Tradição", da autoria de Marcos Rogério Estevam, do Brasil, um País onde o pensamento evoliano não tem muita expressão.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

ÚLTIMA AQUISIÇÃO


Claro que isto de andar sempre de alfarrabista em alfarrabista, faz com que se descubra sempre alguma coisa de jeito e em Coimbra, apesar de eu estar à espera de encontrar muito mais, sempre consegui algumas coisas, mas este em especial é dedicado ao Nonas.

domingo, 12 de julho de 2009

CACETEIRO ON TOUR

Desta vez a ida foi a Coimbra, ao Vítor os meus agradecimentos por me ter servido de guia e pela paciência demonstrada enquanto eu o arrastava de alfarrabista em alfarrabista.


Santa Cruz


D. Afonso Henriques


D. Sancho I


Aos Heróis do Ultramar


S. Tiago


Arco da Almedina


Sé Velha

A beleza da mata do Choupal

domingo, 21 de junho de 2009

quarta-feira, 10 de junho de 2009

10 DE JUNHO


AOS VERDADEIROS E LEAIS PORTUGUESES

segunda-feira, 8 de junho de 2009

TERAPIA PÓS-ELEITORAL

A todos aqueles que (tal como eu) sofrem os efeitos secundários dos actos eleitorais, recomendo a leitura desta excelente obra:


Da autoria de António José de Brito, pode ser adquirida nas Edições Réquila, façam-lhes uma visita que eles têm coisas interessantes.

FUI À URNA!

Como já expliquei mais do que uma vez, não estou à espera que "eles" nos deixem tomar o poder pela via eleitoral, mas existem combates que têm de ser travados porque é a nossa obrigação, sem termos em conta se os vamos vencer ou não. Seja como for, da sensação de náusea é que não me livrei...

Na imagem de cima vemos o nosso caro Nonas a caminho de casa após ter perdido a virgindade eleitoral. Uns reagem melhor outros pior...

sexta-feira, 15 de maio de 2009

NÃO FUI EU QUE O DISSE...

Não tenho em grande apreço as crónicas que o sr. Manuel António Pina escreve na última página do JN mas a publicada na edição de ontem chamou-me a atenção, vá-se lá saber porquê...

Juntos no essencial

2009-05-13

O acaso pode ter inquietante objectividade. No mesmo dia em que cheguei, pela TVnet, à notícia de que um juiz saudita, Hamad Al-Razine, defende o direito de os maridos muçulmanos esbofetearem as mulheres, descobri no "El País" (seguindo um "post" de João Tunes em agualisa6.blogs.sapo.pt) algumas das consignas que a católica Secção Feminina da Falange, organização típica do fascismo beato espanhol, dava às mulheres: "Se o teu marido sugere que tenham relações sexuais, acede humildemente, tendo sempre em conta que a sua satisfação é mais importante que a tua", ou: "Se o teu marido te pede práticas sexuais incomuns, sê obediente e não te queixes".
Os pais da Igreja sempre atiraram sobre Eva a culpa da ruptura da incorruptibilidade original, partindo daí para a fundamentação da submissão da mulher, mera "costela" do homem ("Sobre ti subsiste a sentença de Deus", diz Tertuliano). Se há coisa em que os fundamentalismos católico e islâmico são duas faces de uma mesma moeda é a misoginia. Talvez, quem sabe?, possa começar por aí a "Aliança de Civilizações" que o Papa anda a pregar no Médio Oriente.



E ainda há pessoal que se espanta de na área dita "Nacional" existirem tantos saudosistas das ideologias do passado...

terça-feira, 28 de abril de 2009

HUMBERTO NUNO DE OLIVEIRA


Em conformidade com a entrada anterior e ciente que a luta eleitoral também é importante, o Caceteiro vem aqui manifestar publicamente o seu apoio à candidatura de Humberto Nuno de Oliveira, exemplo de Nacionalista Honesto e Íntegro, e apelar ao voto no PNR nas próximas eleições europeias de 7 de Junho.

MENTALIDADE E MÉTODOS DE LUTA

Uma das questões que por vezes se levantam na chamada "Área Nacional", é a do porquê de estarmos tão atrasados em relação aos movimentos congéneres europeus e ainda mais atrasados em relação à extrema-esquerda. A primeira das razões é a mentalidade prevalecente na "Área", a segunda são os métodos de luta utilizados (estes decorrentes da mentalidade reinante).
Pois bem, já repararam nesta obsessão que o nosso pessoal tem por partidos e pela política "mainstream"? Não que um (ou mais) partido não seja importante, mas é-o na medida em que permite participar em campanhas e aceder a tempos de antena, um partido é um meio, nunca um fim, desenganem-se todos aqueles que acreditam que vamos tomar o poder pela via eleitoral, os exemplos do Vlaams Blok (ilegalizado) ou do MSI (transformado em Aliança Nacional e que recentemente assumiu que é democrata e multiculturalista, deixando finalmente cair a máscara) são indicadores perfeitos do que irá acontecer se um partido dos "nossos" se esticar muito, enquanto esta mentalidade não mudar e não começarmos a investir noutros campos, bem podem tirar o cavalinho da chuva, pois não iremos a lado nenhum, embora, como já referi, um partido tenha um papel importante a desempenhar.
A segunda razão prende-se com os métodos de luta, como também já referi, decorrentes da mentalidade. Estando limitados apenas à acção eleitoral de rua, colando cartazes e autocolantes, distribuindo panfletos, etc... (este vosso humilde escriba é um veterano dessas acções, pelas minhas mãos passaram milhares de cartazes, autocolantes e panfletos das mais diversas organizações da "Área"), perdemos a capacidade de intervir cívica e culturalmente. Senão vejamos, podemos odiar a extrema-esquerda, as suas ideias, mas os seus métodos de luta são extremamente eficazes: ontem um concerto, hoje uma conferência de imprensa de uma qualquer plataforma anti-isto ou pró-aquilo, amanhã a apresentação de um livro de culinária anarquista, etc, etc... Resultado: o BE tem conseguido capitalizar o descontentamento gerado pela inépcia do regime.
Durante as décadas de 40, 50 e 60, em pleno Estado Novo portanto, a esquerda pacientemente infiltrou o aparelho cultural da sociedade portuguesa, o resultado foi o que se viu: 200 magalas em cima de montes de sucata fizeram cair o Império sem que se esboçasse resistência. Porquê? Porque contaminada a mentalidade do povo, tal como uma maçã podre, a queda era uma questão de tempo.
Então, e citando Lenine, que fazer? Precisamente imitar os métodos de luta da extrema-esquerda, levando o combate ao campo cultural, apresentando livros, constituindo plataformas ou comités para este ou aquele objectivo localizado, participando nas lutas locais da população por melhorias nas infraestruturas, etc, etc... as possibilidades são infinitas, e um dos melhores exemplos vem da Casa Pound em Itália. Lembram-se do caso do aborto? O primeiro referendo recusou a liberalização, então a esquerda com a paciência que lhe é característica, o que fez? Com a cumplicidade da comunicação social (outro bom exemplo da sua infiltração), apresentou as mulheres que matavam os seus próprios filhos, como mártires da sociedade, fez campanha atrás de campanha, pressionou, exigiu, e passados alguns anos, conseguiu um novo referendo em que finalmente o assassinato de crianças inocentes foi legalizado (o patronato agradece, não tem de pagar salários maiores para as pessoas poderem sustentar os filhos). Querem melhor exemplo? Eles precisaram de ganhar alguma eleição? Não, apenas trabalharam para impor as suas ideias na sociedade.
De certa forma isto faz lembrar a história da cigarra e da formiga: a esquerda trabalha pacientemente, incansavelmente (neste sentido, e apenas neste, podem reclamar-se da classe trabalhadora) e neste inverno que agora atravessamos estão quentinhos na sua toca a gozar os frutos do seu trabalho. Quanto a "nós", tal como a cigarra, passamos o verão a tocar violino (leia-se: campanhas eleitorais e umas manifs no 10 de Junho ou no 1 de Dezembro), e esquecemo-nos do trabalho básico, espera-nos um inverno muito difícil.
Que estas linhas, apesar de inevitavelmente irem cair em saco roto, sirvam para indicar a luz ao fundo do túnel.

PRESENTES!



Benito Mussolini 29/7/1883 - 28/4/1945


Alessandro Pavolini 27/9/1903 - 28/4/1945

BOIA CHI MOLLA!

A OUVIR NESTE MOMENTO


Nous maintenons notre histoire

Comme des mots de misère sur des pierres de souvenirs

Nous rappelons nos pères par des prières et crimes

Comme l'illusion du temps sur le corps d'un soldat
Nous oublions nos morts et maintenons le débat
Comme des enfants colères nous dessinons nos peines
A la lueur des flammes et leur silhouette de guerre
A la lumière des mots exorcisant la haine
Nous jouons notre rêve en refusant la paix
A la force de nos mots nous soulevons la stupeur
Nos pleurons des désastres à la force de nos râles

Par ces fusils de sang à l'histoire d'une puissance
Nous maculons nos règnes par des cendres de chair

Do álbum Le Feu Sacré do projecto francês martial/industrial Dernière Volonté.